Aprendendo com José
Devocional do dia 24/12/2009
..”. José, seu esposo, sendo um homem justo...” Mateus 1:19 NKJV
O papel de José na história do Natal nos ensina duas coisas: 1) o seu caráter importa para Deus, e 2) fazer a vontade de Deus não é fácil.
O pai terreno de Jesus era um carpinteiro do interior que vivia em uma cidadezinha chamada Nazaré, um pontinho minúsculo no mapa. Então por que José? Porque Deus não tinha opções melhores? Boa parte da resposta está na reputação de José, da qual ele está disposto a abrir mão por Jesus.”Então José, seu esposo, sendo um homem justo e não querendo expô-la à desonra pública, planejou deixá-la sem que ninguém soubesse a razão.” A expressão “um homem justo” aponta para o caráter de José. Ele havia aprendido a respeitar ao longo de toda uma vida de honestidade e trabalho árduo. Teríamos provavelmente por ele o mesmo respeito que temos por um Diácono ou por um pregador leigo. Mas a declaração de Maria - “Estou grávida” - colocou tudo isso em risco. E agora? Por um lado ele tem a lei a seu favor; por outro, o seu amor. A lei diz: ‘apedreje-a’; o amor diz ‘salve-a’. José fica entre os dois. Fazer a vontade de Deus é recompensador, mas raramente é fácil! Mesmo depois que o anjo lhe explicou o milagre da concepção virginal, ele ainda está diante de um dilema: mentir e preservar o seu lugar na comunidade, ou dizer a verdade e dar adeus à sua reputação. Ele toma a sua decisão, “José... recebeu Maria como sua mulher. Contudo, não coabitou com ela enquanto ela não deu à luz o filho primogênito.” (Mateus 1:24-25 NKJV). José trocou tudo o que havia aprendido e suas idéias pré-concebidas por uma noiva grávida e um filho não planejado. Ao fazer isso, ele tomou a grande decisão que todo discípulo de Jesus precisa tomar. Que decisão é essa? Colocar os planos de Deus em primeiro lugar!
O papel de José na história do Natal nos ensina duas coisas: 1) o seu caráter importa para Deus, e 2) fazer a vontade de Deus não é fácil.
O pai terreno de Jesus era um carpinteiro do interior que vivia em uma cidadezinha chamada Nazaré, um pontinho minúsculo no mapa. Então por que José? Porque Deus não tinha opções melhores? Boa parte da resposta está na reputação de José, da qual ele está disposto a abrir mão por Jesus.”Então José, seu esposo, sendo um homem justo e não querendo expô-la à desonra pública, planejou deixá-la sem que ninguém soubesse a razão.” A expressão “um homem justo” aponta para o caráter de José. Ele havia aprendido a respeitar ao longo de toda uma vida de honestidade e trabalho árduo. Teríamos provavelmente por ele o mesmo respeito que temos por um Diácono ou por um pregador leigo. Mas a declaração de Maria - “Estou grávida” - colocou tudo isso em risco. E agora? Por um lado ele tem a lei a seu favor; por outro, o seu amor. A lei diz: ‘apedreje-a’; o amor diz ‘salve-a’. José fica entre os dois. Fazer a vontade de Deus é recompensador, mas raramente é fácil! Mesmo depois que o anjo lhe explicou o milagre da concepção virginal, ele ainda está diante de um dilema: mentir e preservar o seu lugar na comunidade, ou dizer a verdade e dar adeus à sua reputação. Ele toma a sua decisão, “José... recebeu Maria como sua mulher. Contudo, não coabitou com ela enquanto ela não deu à luz o filho primogênito.” (Mateus 1:24-25 NKJV). José trocou tudo o que havia aprendido e suas idéias pré-concebidas por uma noiva grávida e um filho não planejado. Ao fazer isso, ele tomou a grande decisão que todo discípulo de Jesus precisa tomar. Que decisão é essa? Colocar os planos de Deus em primeiro lugar!
Porção diária: Porção Diária: Leia Zc 5-8, Mt 1:12-17, Sl 117, Pv 31:18-21


